quarta-feira, 2 de maio de 2012
O RETORNO
EU VOLTEI!!!!!!!!!!!!!!
INDIGNADA com mais um abuso de poder do Prefeito de São Gonçalo do Amarante/RN que desconsiderando uma decisão que AINDA não foi dada pelo juiz do município, em considerar a GREVE ilegal ou não, descontou do salário dos trabalhadores da Educação 14 dias. No meu ver isso poderia ser considerado APROPRIAÇÃO INDÉBITA, pois baseado em qual direito ele tomou prá si o que é meu por direito? Será o município um país independente que existe leis próprias e seu governante está acima de todas??
Se as vezes nos perguntamos que país é esse? Agora lhe dou o endereço prá voce conhecê-lo: SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN
segunda-feira, 18 de julho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
O material mais barato que existe na praça é o PROFESSOR!
A MAIS PURA REALIDADE, INFELIZMENTE!
AH... E UM "PEQUENO DETALHE": É A ÚNICA CATEGORIA QUE SE FIZER GREVE, É OBRIGADO A REPOR AULAS AOS SÁBADOS, EM BREVE TAMBÉM AOS DOMINGOS.
Jô Soares
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.
Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
AH... E UM "PEQUENO DETALHE": É A ÚNICA CATEGORIA QUE SE FIZER GREVE, É OBRIGADO A REPOR AULAS AOS SÁBADOS, EM BREVE TAMBÉM AOS DOMINGOS.
Jô Soares
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.
Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
MEC lava as mãos no caso dos livros com erros
Publicada em 16/05/2011 às 09h43m
Cássio Bruno
RIO - O Ministério da Educação informou que não se envolverá na polêmica sobre o livro com erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático , do próprio MEC, a 485 mil estudantes jovens e adultos. O livro "Por uma vida melhor", da professora Heloísa Ramos, defende uma suposta supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita, admitindo a troca dos conceitos "certo e errado" por "adequado ou inadequado". A partir daí, frases com erros de português como "nós pega o peixe" poderiam ser consideradas corretas em certos contexto.
- Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, sim, o ministro seria um tirano - afirmou ontem um auxiliar do ministro Fernando Haddad, pedindo para não ser identificado.
Escritores e educadores criticaram ontem a decisão de distribuir o livro, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Mírian Paura, professora do Programa de Pós-graduação em Educação da Uerj, as obras distribuídas pelo MEC deveriam conter a norma culta:
- Não tem que se fazer livros com erros. O professor pode falar na sala de aula que temos outra linguagem, a popular, não erudita, como se fosse um dialeto. Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito.
Na obra "Por uma vida melhor", da coleção "Viver, aprender", a autora afirma num trecho: "Posso falar 'os livro?' Claro que pode, mas dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico." Em outro, cita como válidas as frases: "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe".
Autor de dezenas de livros infantis e sobre Machado de Assis, o escritor Luiz Antônio Aguiar também é contra a novidade:
- Está valendo tudo. Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância. Estão jogando a toalha. Isso demonstra falta de competência para ensinar.
Segundo ele, o que estabelece as regras é a gramática.
- Imagina um jogo de futebol sem as linhas do campo. Como vão jogar futebol sem saber se a bola vai sair ou não? O que determina as regras é a gramática. Faltam critérios. É um decréscimo da capacidade de comunicação - observou Aguiar, também professor do curso "Formação de leitores e jovens leitores", da Secretaria municipal de Educação.
Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/15/mec-lava-as-maos-no-caso-dos-livros-com-erros-924468819.asp#ixzz1MZJSvM4G
Cássio Bruno
RIO - O Ministério da Educação informou que não se envolverá na polêmica sobre o livro com erros gramaticais distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático , do próprio MEC, a 485 mil estudantes jovens e adultos. O livro "Por uma vida melhor", da professora Heloísa Ramos, defende uma suposta supremacia da linguagem oral sobre a linguagem escrita, admitindo a troca dos conceitos "certo e errado" por "adequado ou inadequado". A partir daí, frases com erros de português como "nós pega o peixe" poderiam ser consideradas corretas em certos contexto.
- Não somos o Ministério da Verdade. O ministro não faz análise dos livros didáticos, não interfere no conteúdo. Já pensou se tivéssemos que dizer o que é certo ou errado? Aí, sim, o ministro seria um tirano - afirmou ontem um auxiliar do ministro Fernando Haddad, pedindo para não ser identificado.
Escritores e educadores criticaram ontem a decisão de distribuir o livro, tomada pelos responsáveis pelo Programa Nacional do Livro Didático. Para Mírian Paura, professora do Programa de Pós-graduação em Educação da Uerj, as obras distribuídas pelo MEC deveriam conter a norma culta:
- Não tem que se fazer livros com erros. O professor pode falar na sala de aula que temos outra linguagem, a popular, não erudita, como se fosse um dialeto. Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito.
Na obra "Por uma vida melhor", da coleção "Viver, aprender", a autora afirma num trecho: "Posso falar 'os livro?' Claro que pode, mas dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico." Em outro, cita como válidas as frases: "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe".
Autor de dezenas de livros infantis e sobre Machado de Assis, o escritor Luiz Antônio Aguiar também é contra a novidade:
- Está valendo tudo. Mais uma vez, no lugar de ensinar, vão rebaixar tudo à ignorância. Estão jogando a toalha. Isso demonstra falta de competência para ensinar.
Segundo ele, o que estabelece as regras é a gramática.
- Imagina um jogo de futebol sem as linhas do campo. Como vão jogar futebol sem saber se a bola vai sair ou não? O que determina as regras é a gramática. Faltam critérios. É um decréscimo da capacidade de comunicação - observou Aguiar, também professor do curso "Formação de leitores e jovens leitores", da Secretaria municipal de Educação.
Fonte: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/15/mec-lava-as-maos-no-caso-dos-livros-com-erros-924468819.asp#ixzz1MZJSvM4G
MEC distribui livro que aceita erros de português
BRASÍLIA - O Programa Nacional do Livro Didático, do Ministério da Educação (MEC), distribuiu a cerca de 485 mil estudantes jovens e adultos do ensino fundamental e médio uma publicação que faz uma defesa do uso da língua popular, ainda que com incorreções. Para os autores do livro, deve ser alterado o conceito de se falar certo ou errado para o que é adequado ou inadequado. Exemplo: "Posso falar 'os livro'?' Claro que pode, mas dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico" - diz um dos trechos da obra "Por uma vida melhor", da coleção "Viver, aprender".
Outras frases citadas e consideradas válidas são "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe". Uma das autoras do livro, Heloisa Ramos afirmou, em entrevista ao "Jornal Nacional", da Rede Globo, que não se aprende a língua portuguesa decorando regras ou procurando palavras corretas em dicionários.
- O ensino que a gente defende é um ensino bastante plural, com diferentes gêneros textuais, com diferentes práticas de comunicação para que a desenvoltura linguística aconteça - disse Heloisa Ramos.
Em nota encaminhada ao "Jornal Nacional", o Ministério da Educação informou que a norma culta da língua será sempre a exigida nas provas e avaliações, mas que o livro estimula a formação de cidadãos que usem a língua com flexibilidade. O propósito também, segundo o MEC, é discutir o mito de que há apenas uma forma de se falar corretamente. Ainda segundo o ministério, a escrita deve ser o espelho da fala.
Fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/14/mec-distribui-livro-que-aceita-erros-de-portugues-924464625.asp
Outras frases citadas e consideradas válidas são "nós pega o peixe" e "os menino pega o peixe". Uma das autoras do livro, Heloisa Ramos afirmou, em entrevista ao "Jornal Nacional", da Rede Globo, que não se aprende a língua portuguesa decorando regras ou procurando palavras corretas em dicionários.
- O ensino que a gente defende é um ensino bastante plural, com diferentes gêneros textuais, com diferentes práticas de comunicação para que a desenvoltura linguística aconteça - disse Heloisa Ramos.
Em nota encaminhada ao "Jornal Nacional", o Ministério da Educação informou que a norma culta da língua será sempre a exigida nas provas e avaliações, mas que o livro estimula a formação de cidadãos que usem a língua com flexibilidade. O propósito também, segundo o MEC, é discutir o mito de que há apenas uma forma de se falar corretamente. Ainda segundo o ministério, a escrita deve ser o espelho da fala.
Fonte:http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/05/14/mec-distribui-livro-que-aceita-erros-de-portugues-924464625.asp
O que aconteceu com nossa naturalidade??????
Recebi esse e-mail e divido com voces...
PSICOLOGIA 1960 x 2010
Cenário 1:
João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
Ano 1960: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora,
vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.
Ano 2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam
como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD,
o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbi. Os pais
reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
Cenário 2: Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
Ano 1960: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no
trazeiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada",
cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional
de sucesso.
Ano 2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos
de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de
uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinque e fica preso
num presídio especial para adolescentes.
Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho.
Ano 1960: Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para
confortá-lo. Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
Ano 2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a
três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia.
Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos
psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra
em aguda depressão e se suicida.
Cenário 4: Disciplina escolar
Ano 1960: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava umas
boa "mijada" e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa,
nosso velho nos castigava sem piedade.
Ano 2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas
por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo. Nosso velho vai até o
colégio se queixar do docente e para consolá-lo compra uma moto para
o filhinho.
Cenário 5: Horário de Verão.
Ano 1960:Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão.
Não acontece nada.
Ano 2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de
verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite,
nas mulheres aparece celulite.
Cenário 6: Fim das férias.
Ano 1960: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini,
após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha
e tudo bem.
Ano 2010: Depois de voltar de Cancún, numa viagem 'all included',
terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, etc..
PERGUNTO:
QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE BOSTAS???!!!
PSICOLOGIA 1960 x 2010
Cenário 1:
João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.
Ano 1960: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora,
vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.
Ano 2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam
como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD,
o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbi. Os pais
reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.
Cenário 2: Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.
Ano 1960: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no
trazeiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada",
cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional
de sucesso.
Ano 2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos
de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de
uma figura paterna, Luis se volta para a droga, delinque e fica preso
num presídio especial para adolescentes.
Cenário 3: José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho.
Ano 1960: Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para
confortá-lo. Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
Ano 2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a
três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia.
Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos
psicológicos, ganhando os dois juízos. Maria renuncia à docência, entra
em aguda depressão e se suicida.
Cenário 4: Disciplina escolar
Ano 1960: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava umas
boa "mijada" e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa,
nosso velho nos castigava sem piedade.
Ano 2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas
por repreender-nos e fica com a culpa por fazê-lo. Nosso velho vai até o
colégio se queixar do docente e para consolá-lo compra uma moto para
o filhinho.
Cenário 5: Horário de Verão.
Ano 1960:Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão.
Não acontece nada.
Ano 2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de
verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite,
nas mulheres aparece celulite.
Cenário 6: Fim das férias.
Ano 1960: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini,
após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha
e tudo bem.
Ano 2010: Depois de voltar de Cancún, numa viagem 'all included',
terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pânico, etc..
PERGUNTO:
QUANDO FOI QUE NOS TRANSFORMAMOS NESTE BANDO DE BOSTAS???!!!
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